Mostrar mensagens com a etiqueta Escola. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Escola. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Dos fins de semana

A minha prima( que até lê este blog e a quem eu deixo um beijo) dizia-me outro dia que lhe custa imenso os domingos, por saber que no dia seguinte vai estar separada da filha. A filha vai para a escola e a ela custa-lhe imenso a separação.
Cá para mim domingo à noite quando eles se deitam ,eu só penso que no dia seguintes eles vão para a escola e tenho os meus momentos sem gritos, confusões, discussões,amuos e embirrações.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Já começo a pensar que serei mesmo desnaturada

Ontem na reunião de pais,na escola dos putos, era ver as mães todas de caneta e bloco a apontar tudo o que a educadora dizia. Era as datas dos passeios, as actividades preparadas, ideias da educadora. As mães numa de escrever tudo, a educadora até tinha de falar devagar para as mães conseguirem "apanhar" tudo. E eu ali, a olhar aquele filme, com cara de parva e a apanhar uma ganda seca.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

A ida para a creche

Estando o A. com pouco mais de 4 meses, já há umas semanas que vou ouvindo a pergunta da praxe, que é para onde ele vai. Mal eu respondo "Para a creche", uma nuvem negra se abate sobre os olhos de quem me questiona. Pior, salta dos olhos para a boca e desta sai um: "Coitadinho, tão pequenino!", como se eu tivesse dito que o puto ia para as obras.

Isto não é novo para mim, já com a L. acontecera o mesmo.
Na altura da L., mesmo não o achando, eu lá ia dizendo, como que a justificar-me: "Ah, e tal, não tenho hipótese, não tenho cá os sogros, já não tenho mãe, não conheço amas... Teve de ser". Quando a verdade era: "A creche escolhida é excelente, com alvará, legal, com boa fama, bons profissionais. Mesmo que cá tivesse avós, ela iria sempre para a creche, que os avós não são meus criados e eu cá prefiro creche, e ama nem pensar, porque a maioria nem são fiscalizadas e, mesmo que o sejam, eu prefiro creche". Esta é a verdade, pura e dura.

Agora, da mesma forma que eu não digo a ninguém que faça uma opção distinta da minha (avós, mãe em casa ou ama) "coitadinha da criança", até porque não acho que seja coitadinha, acho um absurdo que tenha eu de ouvir esse "coitadinho".

Claro que sendo este o segundo, nem sequer me dou ao trabalho de justificar. Era o que mais faltava. Aliás, se eu tivesse algumas dúvidas (e não tenho) de que estou a fazer a melhor opção, considerando as alternativas que EU tenho (sublinho o EU, porque cada caso é um caso e quero deixar isso bem claro), essas dúvidas dissipavam-se quando vejo a alegria com que a minha filha vai para a escola, o carinho que tem por todas as profissionais de lá (a escola é pequena e todos se conhecem) e o carinho que elas têm pela pequena. O A., que ainda só lá vai a passeio, já é tratado nas palminhas. Teria eu sítio melhor?

Portanto, coitadinho o caraças! Digam antes "Felizardo", que tem uma escola em cujas profissionais a mãe confia plenamente.