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sábado, 27 de fevereiro de 2010

Carta a enviar ao Prof de música da mais velha

Exmo Sr Prof.

Venho por este meio mostrar a minha surpresa pelo facto de ainda não ter descoberto os dotes vocais da minha filha,pois é professor dela há quase 2 anos.
A minha filha tem uma voz que por vezes me faz ficar nervosa,ao ponto, de depois de a ter avisado vezes sem conta para ela se calar ou falar baixo, dar-me vontade de chegar ao pé dela e arrancar-lhe a pele. A minha filha tem uma voz muito aguda e ela quando levanta o tom da voz(normalmente é em conversas/discussões) com o irmão eu comparo-a a uma galinha assada no espeto que vai dando os últimos guinchos.
Veja bem Sr prof, é tão insuportável que ontem ao tentar adormecer a minha mais nova e depois da mais velha ter sido avisada para baixar volume,a mais nova não havia meio de adormecer com a voz aguda da irmã. Eu sentia por mim acima um nervoso, pois a voz dela enerva-me.Felizmente ela é uma rapariga calma e não é muito de levantar volume, pois se não já não a podia ver à frente.
Para finalizar, gostaria que visse bem esta questão, pois possivelmente estou aqui a dizer mal da voz da rapariga e pode ser que a miúda tenha um vozeirão escondido, que ainda dê para a mandar para as Américas para a miúda participar naqueles programas de novos talentos.Ficaríamos nós babados e possivelmente ainda poderíamos viver à conta da voz galinha dela.

Sem mais de momento

Rita

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Ajudem me lá a perceber....

Uma gaja amamenta, tem mais leite que uma vaca,usa todos os dias discos nas mamas e todos os dias estão ensopados porque tenho muito leite.

Numa relação mais intima com o marido, acho que não tenho outra hipótese (até acabar de amamentar) , do que NUNCA tirar o soutien,certo???

Ou arrisco a tirar e ele leva um banho de leite??

coitado dele se eu amamentar meses a fio......


, diz-me lá a tua experiência ...... :P

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Banhos

Cenário: final da tarde, A. dorme. É hora do banho da L.
Eis senão quando, o puto acorda. Berreiro da praxe. Decido levá-lo para junto de nós, na espreguiçadeira, enquanto começo a preparar o banho da L.
Nesta altura, já ela estava semi-nua, pois decidira despir-se da barriga para baixo, para fazer um desenho dos pés, usando os dela como modelo.
Portanto, nesta altura o cenário era ele na espreguiçadeira e ela semi-nua, com o pé em cima do caderno a tentar desenhar o contorno do próprio pé.
No meio deste cenário, ideia genial aqui da esperta: e que tal estrear-me, sozinha, nos banhos ao mesmo tempo aos 2 putos? Melhor era impossível. Ponho a banheira do puto dentro da banheira grande, preparo a água, dispo a L. quase toda e vou despir o A.
E foi aí que se fez luz no meu cérebro dormente e desisti da ideia a tempo. Lá dei banho ao puto, enquanto a miúda, apenas de camisola interior, esperava pela vez...

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Diário de uma louca (ou quase)

Ontem, dia do aderente na Fnac. Ideia luminosa: como tinha reservado alguns presentes para comprar neste dia, vamos todos à fnac em excursão.

Cheguei à creche tarde, fruto de um exame médico que tive de realizar. Pegar nos putos, correr para o carro, correr para casa. Arranjar tralhas. Esperar pelo pai dos putos. Pegar no carro e correr para o centro comercial.
Entrámos no elevador. L. carregou no botão do -3 (estávamos no -1); passeámos por todos os substerrâneos do estacionamento... Começa bem.

Ideia imbecil n.º 1: ir primeiro ao continente, comprar umas merdices. Graças a um preço que não passava, estivemos uns 15 minutos à espera na caixa.
Nesta fase tinha a L. a querer sentar-se no balcão da caixa, a pendurar-se nos separadores existentes entre as várias caixas, etc. Começo a contar até 20.
O puto, que estava a dormir, acorda. Na boa... Porreiro, pá!

Seguimos para a fnac.
Como eu já tinha tudo identificado, para comprar, fui directamente aos respectivos locais.
Nesta fase tenho a L. agarrada a um livro da Barbie (MEDO!!), cuja compra, ditatorialmente, lhe negámos.

Vou em busca de Moleskines, um para mim, outro para oferecer. A L. também resolveu ir em busca de Moleskines... E de CD... E de tudo...
Nesta altura eu já contava até 40.
O puto começa a berrar: tinha fome.

Corremos para as caixas. Nesta fase, virei-me de costas para eles os 3 e fiz de contas que não os conhecia... Não resultou. Só ouvia a L. aos berros: "Mãããeeeeeeeeeee, eu não me potei mal!!!!!!" (reacção a um sermão do pai).

Vamos a correr para a zona de refeições. Mama para o puto, sopa trazida de casa para a miúda. Pai dá a sopa à miúda, miúda suja-se toda, depois de cuspir a sopa e dizer que estava quente e me tentar tirar o ticket da FNAC, onde eu confirmava um preço.

Nesta altura, pego no garoto e fujo dali para uma zona de sofás, para contar até 500. O puto, que já tinha mamado de uma das mamocas, a tossir, deita todo o leite fora... e para cima de mim.
Contei até 1000.
Segunda mamoca, o gajo não pegava nem por nada. Esperar... esperar... esperar... Finalmente pegou. Mamou, mamou, mamou. Saiu da mama, tossiu, vomitou tudo... de novo em cima de mim...

Entretanto aparecem lá o pai e a miúda, que já tinha comido a sopa. Comunico que quero ir para casa. Berreiro dela: "Mas eu quero comer massa!!!!!!!". Foi comer massa com o pai. Eu fui dar uma volta para acalmar e contar até 2000.

Fui ter com eles. Tudo sereno, ela bem disposta.
Entretanto, vemos que na FNAC se enganaram num preço, o moço vai lá reclamar... Tem de esperar na fila de embrulho de presentes, para ser atendido. Leva o puto, fico eu com a miúda a ler um livro.
Liga-nos depois para lá irmos ter, pois estavam lá uns moços a tocar violino e era possível que a L gostasse.

Durante 10 minutos a L. parecia aquelas criança-modelo: muito sossegadinha, a ouvir os violinos, tudo xpto.
Sentámo-nos os 3 no chão (eu, ela e o puto) a ouvir os mocitos, enquanto o pai tratava da reclamação. Ela toda contente, quase no final, pergunta-me se os meninos que estavam a tocar violino tinham pilinha... Lá lhe confirmei a suspeita, agradecendo aos santos ela não ter gritado a dúvida.

Ao sair de lá, resolveu que giro giro era atirar-se ao chão. Contei até 10000.
Seguimos para o estacionamento onde cada pedido que eu lhe fazia era prontamente insatisfeito.
Saltou-me a tampa, dei-lhe 3 berros, o maior sermão da vida dela e impus silêncio no carro até casa...
Até o pequenito obedeceu... Credo.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Assim é dificil tentar educar

Mais que uma mãe desnaturada é ter um pai/avô que não pode ouvir a netinha a chorar, e lhe diz ao ouvido:
"Tudo o que tu quiseres, pedes ao avô que o avô dá!"

E agora quando lhe recuso qualquer coisa, é ouvir uma pirralha a responder-me: tu não dás, mas o avôzinho dá tudo a M. Claro, que isto vem acompanhado de um revirar de olhos.

Estou capaz de fuzilar o meu pai!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Ideia imbecil do ano ou eu já devia ter idade para saber que estas feiras são uma tanga

Este ano realizou-se, mais uma vez, uma das feiras subordinadas ao tema crianças e bebés... Eu sempre tinha tido a serenidade e o bom senso de nunca lá pôr os pés. Este ano, por ideias imbecis de lá ir comprar uns presentes de Natal que deveriam sair-me mais baratos, por serem lá comprados, e acabaram por me sair mais caros, por causa da porra do bilhete de entrada, resolvemos lá ir.

A loucura foi moderada, porque, ainda assim, resolvemos ir no primeiro dia, sexta-feira, ao final da tarde e não nos submetermos à confusão do fim-de-semana... Do mal o menos...

Bem, foi lindo (not!)... Uma espécie de cantinho dos horrores.

As distracções para a mais velha eram pouco mais do que ou mesas para fazer uns desenhos ou uns escorregas e cavalinhos da Chicco. Ela estava aborrecida de morte, passados 10 minutos de lá estar.

Éramos abordados para as coisas mais desinteressantes possíveis, mesmo quando passávamos a km dos stands, procurando evitar o contacto com os promotores. Acho que os únicos que não foram chatos foram os stands onde nos dirigimos voluntariamente.

Ao mesmo tempo, 500 campanhas de solidariedade abordávam-nos, umas a seguir às outras, com histórias de cortar o coração, pois claro... Mas a verdade é que eu não ganho para contribuir para 500 campanhas de solidariedade e por acaso até sou moça que vai contribuindo, quer nesta época quer fora dela. Escusado será dizer que quando respondíamos "Não, obrigado!" éramos olhados como "bestas quadradas sacanas, vêm para aqui e não nos dão nada".
Pelo meio, o A. fartou-se e começou a chorar, a L. perguntava ininterruptamente quando íamos embora e eu só pensava nos 10 euros de entrada que eu tinha desperdiçado (eu e o G.). Safou-me, antes de entrarmos, ter-me virado para o G. e dizer: "Tenho um feeling que me vou arrepender de aqui vir...". BINGO!!!